Sabemos que o tráfego pago é uma forma eficiente e de alta performance para direcionar visitantes para o negócio de uma empresa por meio de publicidade paga em plataformas como Google Ads, Facebook Ads, Instagram Ads, Pinterest Ads, Tiktok Ads e outras.

A Agência Rei atua não só na parte operacional manipulando tecnicamente as fontes de tráfego, mas também na esfera consultiva e estratégica do negócio do cliente, sempre buscando aprimorar todo ecossistema digital que envolve o aumento da taxa de conversão, faturamento e lucro.

E com esse propósito, acompanha o vai-e-vem financeiro do mercado para dar a assessoria estratégica que se propõe aos seus clientes e parceiros.

Exatamente neste sentido, trazemos aqui duas matérias muito importantes sobre como foi o comportamento do mercado de e-commerce ao longo do mês de fevereiro deste ano de 2023. 

E por que é importante saber disso? 

Porque ter entendimento do mercado nos ajuda a pensar em estratégias que possam aumentar a visibilidade e o alcance dos objetivos de captar clientes em potencial para acessar o negócio da empresa. 

Toda empresa, empresário, profissional precisa saber as tendências, as novidades, as informações relevantes do mercado.

E que todo esse contexto deve ser considerado quando se pensa estrategicamente nos cliques que o tráfego pago pode obter para aumentar as taxas de conversão, o faturamento e o lucro da empresa.

É indispensável utilizar essa forma estratégica de pensar sobre os fatores externos – como os altos e baixos e as mudanças positivas e/ou negativas no mercado e no setor – em conjunto com as ações de marketing digital – faz parte dessa visão sobre o tráfego digital local e mundial. 

Vamos aos dados do mercado? Continue a leitura e saiba o que está acontecendo nesse universo digital.

Um overview sobre cenário brasileiro

Hoje, os negócios em relação a bens ou serviços são realizados presencialmente, de forma assistida, ou pela internet, assim como por telefone e postagens nos Correios, direta ou indiretamente, há várias opções. 

Com a tecnologia bombando cada vez mais, o alcance das possibilidades se potencializou para obter resultados. As ações de um segmento podem não ser iguais às de outro, mas estrategicamente falando (e fazendo acontecer), as ações devem considerar não só a velocidade das ações e suas respostas, mas, também, a análise do cenário econômico.

E por que estamos abordando aqui o varejo brasileiro? 

Porque além do varejo ser responsável por 50% do PIB nacional, gera empregos e sua representatividade em relação às variações econômicas é alta, a ponto de esse mercado varejista ser tido como um termômetro da economia, e isso reflete em qualquer estratégia de negócio.

Embora o ano de 2023 tenha começado com alta de 1,02% em relação ao mesmo período em 2022 para as vendas no varejo. A análise nacional indica que em fevereiro deste ano, houve uma queda de 7,6%, também em relação ao mesmo período do ano passado. 

De acordo com o portal Exame, em fevereiro “apenas o segmento de artigos farmacêuticos teve alta de 1,2% no volume de vendas no comparativo mensal sazonal […] Embora tenha apresentado queda de 2,4% do volume de vendas […]”.  

[Você pode saber mais sobre o mercado por meio de relatórios do Instituto Propague]

Tal oscilação refletiu em várias atividades em todos os segmentos de negócios – de hipermercados e supermercados a materiais de construção, uns cresceram, outros caíram, em todos os Estados brasileiros (e-commercebrasil).

Case de sucesso – Shein

A Shein – gigante chinesa do e-commerce de roupas – detém um quarto do e-commerce de roupa no Brasil, de acordo com um relatório do Itaú BBA, computando:

“27% do mercado brasileiro e 5% de todo o mercado de varejo de vestuário do Brasil. […] pela recorrência de acesso e de compras dos clientes no aplicativo […] 74% de todos os usuários de aplicativos de vestuário no Brasil, se comparado com algumas das maiores empresas brasileiras do setor Renner e Riachuelo.”

76% de downloads com uma taxa de crescimento de 42%

Que de acordo com os analistas do Itaú BBA , isso os dados extraídos da SimilarWeb, que mensura acessos na internet e em aplicativos, se deve ao ganho de terreno da Shein mediante estratégias transfronteiriças.  [Veja matéria completa: O Globo | SBT News]

Já em janeiro de 2022, a Shein vinha acirrando a competição entre os varejistas de moda no Brasil, mesmo antes de sua entrada oficial no mercado brasileiro.

A empresa já mantinha “foco no mercado digital, o trabalho digno de preocupar empresas já consolidadas”. Sendo em 2021 o app mais baixado no setor, faturando cerca de 2bi no país – “um case de sucesso e com um modelo de negócio interessante”. (e-commercebrasil)

“Essa expertise deve ser o próximo objetivo do mercado doméstico, pelo menos para os players que querem uma fatia significativa do mercado digital, que esperamos que impulsione a maior parte do crescimento futuro da indústria da moda”, pontua o Itaú BBA. (e-commercebrasil)

Os analistas o Itaú BBA consideram que o crescimento da Shein será bastante desafiador

Devido à implementação de rígidas regras fiscais para operações cross-border (comércio transfronteiriço – modelo de negócio baseado na compra e venda de produtos em diferentes países, envolvendo transporte de um produto de um país para outro, ultrapassando fronteiras), o que coloca em cheque as vantagens oferecidas pela empresa chinesa. 

Sobre essa questão, há um pedido da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE) ao atual ministro da Fazenda, Fernando Haddad, com relação ao que o FPE chamou de “contrabando digital” ao referir-se a produtos considerados subtaxados na entrada no Brasil, pois consideram esta como uma concorrência desleal: 

“São oito cargueiros por semana de produtos da China subfaturados, com valor abaixo de US$50, dividindo uma mesma compra em vários pacotes para escapar da tributação. São bilhões de reais não arrecadados” (Diário do Nordeste)

Essa medida visa eliminar as possibilidades de burlagem em relação ao Fisco, o que fere o negócio das empresas brasileiras em decorrência da concorrência desleal que se forma. 

A situação atual, conforme o FPE, provoca alta evasão fiscal, deixando de taxar bilhões de reais em impostos, nominando algumas empresas. Essa tributação é relevante para o desenvolvimento do país. 

De acordo com o portal Exame, a “nova tributação pode aumentar em 60% o preço em apps de compra internacional”, como Shein, Shopee, Whish e AliExpess. grandes entusiastas de aquisições on-line, sendo também chamados de “camelódromos digitais”. (Mundo Conectado)

Concluindo… e quando o volume de vendas cai, o que fazer?

O tráfego pago pode ajudar a suportar o negócio, é uma ótima maneira de aumentar a visibilidade e obter resultados.

É essencial que a empresa entenda o cenário em que está inserida para que se possa traçar uma estratégia sólida e que considere o todo em um planejamento eficiente, cujo monitoramento constante possibilita que sejam realizados os ajustes na estratégia conforme a necessidade do momento, corrigindo possíveis gargalos. 

Óbvio que essas estratégias não controlam a balança econômica, tão pouco essas questões de concorrência desleal, mas podem ajudar a sua empresa a gerar negócios e a sobreviver às oscilações da economia e do mercado.

A Agência Rei se mantém conectada com todo este cenário e segue com a visão de que quanto mais informados e quanto mais especialistas em anúncios on-line, mais resultados consegue gerar para seus clientes, por isso, volta sua prestação de serviços estritamente à criação, análise e otimização das campanhas de mídia paga nas principais fontes de tráfego.

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